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quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Como fazer um carregador solar para o seu celular [vídeo]

A principal modificação nesse projeto é a entrada de energia, que deixa de ser uma bateria de 9 volts e passa a ser o painel solar.



Materiais necessários

1 regulador de tensão de 5 V modelo 7805;
1 capacitor eletrolítico de 100 uF / 50 V;
1 capacitor de poliéster de 0,1 uF /63 V;
1 resistor de 150 ohms e ¼ W;
1 LED verde;
1 conector USB fêmea;
1 chave para ligar e desligar o conjunto;
1 conector de fios para placa;
1 placa de circuito padrão para montar o conjunto;
1 painel solar de pelo menos 6 V;
1 case para acomodar o seu projeto.

Também vamos utilizar equipamentos de solda, alicate, estilete e uma furadeira. Para colar o painel e a placa no case, vamos precisar de cola quente.



Os componentes podem ser encontrados em qualquer loja de eletrônica ou até mesmo na internet. O painel solar também pode ser adquirido em lojas especializadas ou pela internet sem muita dificuldade. O seu custo é variável, mas a média de preço fica em torno dos R$ 30.

Esse painel que nós escolhemos fornece até 6 volts e 400 mAh. Você pode ligar mais painéis em paralelo para aumentar a corrente, desde que não ultrapasse 1 ampere ou 25 volts, que é o limite de entrada do regulador de tensão. Apenas tenha em mente que, quanto maior for a tensão de entrada, mais o regulador de tensão vai esquentar.

Montagem do circuito

A montagem desse projeto é relativamente simples, bastando que você tenha alguns cuidados na hora de soldar os materiais na placa. A ordem dos componentes deve seguir o desenho do circuito. Veja como é:



Antes de soldar as peças na placa, o ideal é posicionar os componentes e planejar as conexões. Assim ficará mais fácil depois.

A posição deles na placa não importa, desde que você faça as conexões corretamente. As únicas peças que precisam ser posicionadas na borda da placa são o LED e o conector USB.



Existem várias maneiras de ligar os contatos, e você pode utilizar fios de cobre e conectar os polos de cada componente ou pode fazer trilhas, imitando uma placa de circuito impresso, como fizemos.


Montando a placa dentro do case


O nosso “case” na verdade é um pote plástico comum, de tamanho compatível com nosso painel solar. Para saber como encaixar a placa no interior, vamos marcar com uma caneta o local dos furos do LED, da chave e do USB.

Feito isso, furamos, encaixamos a placa e colamos com cola quente para que ela fique firme no lugar.



O painel solar será a última peça da construção. Para prendê-lo, vamos fazer mais um furo na parte traseira do pote, passar os fios e conectá-los à placa. Lembre-se de prestar atenção na polaridade para não causar danos ao circuito.

Para completar, basta colar o painel solar na parte de cima do pote.


Por que não utilizar uma bateria?

Não incluímos uma bateria para acumular a energia do sol porque esse circuito não possui um sistema de proteção, e a carga excessiva poderia fazer a bateria sobrecarregar e até mesmo explodir. Esse tipo de circuito é bem mais complexo e exige uma série de componentes extras que regulam a tensão e a corrente da bateria em tempo real para evitar acidentes.

Esse carregador é mais lento que um carregador tradicional, ligado na tomada. Para potencializar a eficiência, o ideal é deixar o Smartphone desligado durante esse período. Desse modo, o sistema não consome energia enquanto a bateria está sendo reabastecida.

A potência do carregador também pode ser amplificada se forem colocados mais painéis solares no circuito, conectados em paralelo. Isso vai funcionar muito bem desde que, como já dissemos no início, você respeite os limites do regulador de tensão.

Ao conectá-los em paralelo, você mantém a tensão original de cada um e aumenta a corrente, o que fará com que a bateria possa ser recarregada com mais velocidade.

FONTE: Tecmundo

sábado, 1 de agosto de 2015

Criador criatura contra: Kim Dotcom ágora acha Que o mega E inseguro


Kim Dotcom ataca novamente. Desta vez, porém, de um modo inesperado: em entrevista recente ao Slashdot, o excêntrico empresário disse acreditar que já não é seguro armazenar dados no Mega. O que levaria o criador a atacar a criação?


O primeiro sinal de que as coisas poderiam seguir por esse caminho apareceu em setembro de 2013. Sem muitos detalhes, Dotcom deixou a direção do Mega dizendo que iria se dedicar ao serviço de streaming de música Megabox — outro projeto natimorto, pelo jeito — e à sua entrada na carreira política, mas deu a entender que ainda tinha envolvimento com a companhia.





Pode ser que ele estivesse apenas se afastando para se desvencilhar de autoridades, vai saber. O que Dotcom argumenta é que ele teve que repassar o Mega integralmente a um investidor chinês porque o governo da Nova Zelândia (país onde a empresa está baseada) e “Hollywood” requisitaram recursos financeiros do empreendimento.

Ainda de acordo com a versão de Dotcom, o Mega chegou a ser avaliado em mais de US$ 200 milhões, mas a “perseguição” das autoridades da Nova Zelândia e dos estúdios de Hollywood fizeram o valor da companhia cair para US$ 10 milhões. “Eu sempre disse que esse é um caso político e a sabotagem sistemática do Mega é mais uma prova disso”, completou.

Tem mais: para Kim Dotcom, a transferência do Mega foi uma aquisição hostil, ou seja, foi feita contra a sua vontade. Ele alega que o tal do investidor chinês — que estaria inclusive sendo procurado na China por fraude — utilizou uma série de artifícios para conquistar ações do Mega.

A intervenção do governo neozelandês e tudo o que se seguiu é que fizeram Dotcom acreditar que não é mais seguro guardar dados no serviço, ele mesmo ressalta.

Procurados pelo TorrentFreak, o atual CEO do Mega Graham Gaylard e o COO Stephen Hall negaram tudo. De acordo com os executivos, a companhia é mantida atualmente por 17 investidores cujas identidades são divulgadas no site do governo da Nova Zelândia. Eles também argumentaram que 75% dos acionistas apoiaram as decisões recentes, portanto, não houve takeover hostil.



Gaylard e Hall também rebateram a declaração de que o serviço não é seguro afirmando, por exemplo, que o sistema de criptografia do Mega foi avaliado por vários especialistas em segurança e que nenhum problema foi encontrado por eles.

Que lado diz a verdade? Sei lá. Fato é que, no fundo, o Mega nunca inspirou confiança. No outro extremo, o posicionamento de Dotcom também é estranho: por que só agora ele reconheceu publicamente que não tem mais nenhum envolvimento com a empresa?

Para a turma do Mega, Dotcom quer se promover. Ele prometeu criar outro serviço de armazenamento nas nuvens até o final do ano, totalmente gratuito e ilimitado, sem fins lucrativos, algo nos moldes da Wikipedia. A receita para manutenção? Vai vir de doações…

Talvez eu esteja sendo cético demais, mas, a essa altura, é difícil confiar na nova promessa. Se analisarmos bem, o MegaUpload mesmo não tinha nada de revolucionário. O sucesso do serviço se fez em cima da pirataria. Kim Dotcom ganhou os holofotes pela forma “dramática” com a qual o FBI derrubou o MegaUpload. De qualquer forma, não custa ficar de olho no que vem por aí.